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Clínica Viver Sem Drogas
Internação Involuntária

Internação Involuntária

A internação involuntária é acionada pela família. Nesse caso, a pessoa que pedir a intervenção deverá assinar a autorização e ter ligação consanguíneo com o dependente — por exemplo, pai, mãe ou filhos.

Feito o pedido, o dependente químico será examinado por um médico, que deverá emitir um laudo constando a necessidade ou não da internação. Nesse tipo de internação, o pedido poderá ser feito diretamente com uma clínica particular ou em uma unidade do CAPS – Centro de Atenção Psicossocial.

Já no caso da internação compulsória, a ordem de internação é expedida judicialmente, podendo ou não ser solicitada pela família. Nesse caso, também deverá existir laudo médico comprovando a necessidade do tratamento. Só após análise do laudo é que o juiz expedirá a ordem, determinando a internação do indivíduo.

O aumento do consumo de drogas pesadas aumentou consideravelmente nos últimos anos e, como falamos, muitas vezes, o dependente está tão imerso nos efeitos das substâncias usadas, que não consegue reconhecer por si próprio a necessidade de buscar ajuda.

Nesses casos, a internação involuntária ou a internação compulsória são as melhores saídas para ajudar o indivíduo a se reintegrar à sociedade, antes que cause prejuízos a outras pessoas ou a si mesmo.

A internação compulsória e involuntária estão previstas pela Lei Federal http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LEIS_2001/L10216.htm, que garante os direitos do dependente químico internado contra sua própria vontade.

Internação Involuntária – Descubra quando é o momento Certo!

A dependência química tem o potencial de devastar uma pessoa, assim como seu núcleo familiar. Infelizmente, essa é uma realidade que aflige milhares de indivíduos no país. Como muitos já sabem, o vício pode ser o desencadeador de uma série de acometimentos graves à vida de uma pessoa, que pode perder seu emprego, seus relacionamentos, seu respeito e dignidade e, em casos mais graves, o dependente pode irreversivelmente se tornar completamente incapaz de funcionar normalmente em sociedade.

Por isso, a família é essencial no processo de identificar a dependência e é dela que se devem partir as tentativas iniciais de se ajudar o ente querido acometido por essa doença. Porém, às vezes, por medo, preconceito ou acomodação, muitas famílias demoram para tomar atitudes sérias em relação a esse comum problema.

Você sabe qual é o melhor momento em que se deve internar um dependente químico? Vamos abordar justamente essa questão no artigo de hoje. Confira!

 

Identificando os sinais de alerta

Caso a família suspeite que um de seus integrantes está caindo nas armadilhas da dependência química, alguns sinais de alerta merecem atenção. Os entes mais próximos serão capazes de averiguar como a droga está afetando a rotina e a saúde mental de seu familiar e alguns fatores podem demonstrar que a situação já está em um patamar mais sério, como:

O indivíduo possui dificuldades de se manter no emprego ou faculdade e não possui mais o mesmo nível de atenção e comprometimento;

Surtos de agressividade, ausência e paranoia se tornam comuns e afetam ativamente o relacionamento da pessoa com seu cônjuge, pais e filhos;

Toda a rotina da pessoa se resume a atividades que facilitem a busca e o acesso à droga de escolha. De maneira inversa, compromissos e atividades sociais em que o uso do químico fica dificultado são veementemente evitados pelo indivíduo;

A pessoa já não possui mais o mesmo nível de atenção, raciocínio e adaptabilidade aos problemas e demandas comuns de seu dia a dia. Tudo torna-se uma desculpa para o uso indiscriminado da droga em questão.

 

Vencendo medos, preconceitos e acomodações.

Caso o indivíduo em questão esteja ativamente demonstrando um ou mais dos sinais acima, ele provavelmente já se encontra em um patamar em que o auxílio profissional é extremamente recomendável, necessário e a chance de uma resolução espontânea do problema é quase zero. Entretanto, muitas famílias tornam-se resistentes a tomar uma atitude mais agressiva com relação ao quadro, por medo das grandes mudanças e responsabilidades que essa doença acarreta ou devido à apreensão de serem vistos com desconfiança por amigos de sua comunidade.

Nesse caso, é comum que os entes do dependente despejem suas frustrações no doente e exijam dele coisas que ele simplesmente não consegue cumprir, piorando ainda mais o quadro da pessoa. Nesse momento, a família deve formar uma base compreensiva e acolhedora para o dependente químico e, junto a ele, deve tentar seguir um caminho positivo, em que o bem-estar do doente é realmente levado em conta.

 

Tomando o passo definitivo: a Internação.

Com a saúde de seu ente querido em mente e esperançosos quanto à sua cura, a família deve, então, buscar serviços e profissionais que irão ajudar o dependente químico. Em casos mais graves, a internação involuntária, ou seja, aquela em que o dependente é internado contra sua vontade, pode ser a única solução viável para esse terrível quadro. Esse tipo de internação é previsto por lei e pode ser uma opção extremamente benéfica para o doente que se encontra além de suas capacidades mentais normais.

As instituições que cuidam de dependentes químicos são equipadas com instalações que irão dar conforto, segurança e acolhimento ao doente, além de contarem com profissionais de várias áreas (psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros, entre outros) que irão, juntamente, liderar as várias técnicas de estabilização da doença, que embora lentas, são altamente eficazes até para os quadros mais graves de dependência química, trazendo maior tranquilidade e confiança à família do doente.

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