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Clínica Viver Sem Drogas
Programa de prevenção a recaída

Programa de prevenção a recaída

A prevenção a recaída nas drogas requer cuidados em relação a diversos fatores que podem desencadeá-los e, via de regra, têm origem psicológica e social: são os chamados gatilhos emocionais. O trabalho de reabilitação do paciente em adicção depende da abstinência, de modo que cabe ao paciente e às pessoas próximas evitar determinados tipos e situações.

Neste artigo tratamos de resumir como funciona o trabalho de prevenção a recaída, quais as situações e sentimentos que podem levar a esse quadro e como a família pode dar apoio ao paciente em processo de recuperação.

1. Processo de prevenção a recaída nas drogas

Existe uma série de mudanças envolvidas na prevenção da recaída, principalmente no que diz respeito a mudanças de hábitos, ambientes, amizades etc.

É necessário evitar pessoas e situações que levem ao uso das substâncias e cabe a cada paciente, com ajuda especializada, descobrir quais são os ambientes onde se sente seguro em relação ao risco de recaída.

Muitos pacientes precisam reformular todo seu círculo de amizades, bares e lugares que costumava frequentar, amigos que seguem usando drogas, situações emocionais que despertam o desejo do vício.

Por meio de terapia adequada, acompanhamento profissional e a busca por autoconhecimento e autocontrole, o paciente vai aos poucos desenvolvendo uma nova rotina onde o consumo de drogas não está incluso, estabelecendo novos laços sociais saudáveis e descobrindo o interesse em novas atividades.

2. Gatilhos emocionais

A recaída começa muito antes do ato de consumir a droga novamente, começa com uma situação que gera algum tipo de necessidade de anestesiar as emoções.

Ou seja, é o sofrimento emocional que leva o paciente a refugiar-se novamente no uso de drogas, desconectando-o do compromisso que assumira consigo mesmo ao aceitar seguir o tratamento.

Existe uma série de situações que podem aumentar drasticamente as chances de recaída, tais como:

Depressão e outras doenças emocionais;

Problemas em casa;

Pressão social ou no trabalho;

Ambientes onde ocorre o consumo de drogas;

Pessoas sob efeito de drogas;

Amigos ou conhecidos que oferecem as substâncias;

Estados de euforia;

Doenças graves;

Fim de relacionamento.

3. Papel da família na prevenção à recaída nas drogas

O papel da família é essencial na prevenção à recaída no uso de drogas, pois que pacientes com apoio familiar apresentam melhora mais rápida no tratamento, recuperação e prognóstico.

Ou seja, o adicto tem menos chance de voltar a consumir drogas se puder contar com a compreensão e a ajuda de seus familiares e demais pessoas próximas.

A prevenção a recaída no consumo de substância, portanto, depende de cada caso, dos gatilhos emocionais do paciente e, sobretudo, do suporte emocional que ele recebe de seus entes queridos.

Somente quando o adicto acredita ter motivos para melhorar e manter-se sóbrio é que este encontra forças para lutar diariamente contra a força avassaladora da adicção. Essa é uma doença grave e sem o tratamento adequado dificilmente o paciente vai conseguir se ajudar sozinho.

Se você está buscando maiores informações sobre a prevenção a recaída nas drogas, entre em contato conosco e teremos satisfação em ajudar no que for possível.

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